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Encontrado documento de Churchill sobre extraterrestres

Eu para mim mesmo, não estou imensamente impressionado pelo sucesso que estamos obtendo com nossa civilização aqui, que estou preparado para pensar que não somos o único ponto neste imenso Universo que contém criaturas vivas e pensantes, ou que somos o tipo mais avançado de desenvolvimento mental e físico que já apareceu dentro da vasta abrangência do espaço e tempo… – Winston Churchill
Escrito em 1938, e intitulado “Are We Alone in the Universe?” (Estamos Sós no Universo?), o documento de Churchill previu corretamente – décadas atrás – esse enorme número de estrelas e como elas poderiam ter numerosos planetas.  A dissertação de Churchill é elaborada com base no ‘princípio relativo a Copérnico’ – a ideia de que, devido a vastidão do Universo, é difícil pensar que os humanos na Terra representam algo único e que estamos sós.
Além disso, o herói da guerra corretamente identificou a importância da água no estado líquido para a vida sobreviver, uma das normas principais usadas pelos cientistas hoje na procura por vida alienígena.
Diferentemente de muitos políticos modernos, Winston Churchill tinha um interesse aguçado pela ciência e pelo desconhecido.
Kurt Hutton/Picture Post/Getty.
Winston Churchill à sua escrivaninha em 1939: como prolífico escritor, ele escrevia sobre tópicos científicos tão diversos como a evolução e força da fusão.
A redescoberta de vários documentos que permaneceram em esquecimento por aproximadamente 40 anos mostra que o político britânico era extremamente interessado no estudo do cosmos e tinha certeza de que outras civilizações avançadas existiam em outros lugares no Universo, e que a nossa não era a mais avançada delas.
Curiosamente, documentos anteriormente secretos que foram recém liberados revelaram que Churchill ordenou que os relatos de avistamentos de OVNIs fossem mantidos em segredo em 1952, para evitar o pânico da população.
Além de ser um político, historiador e grande palestrante, Winston Churchill (1874-1965) realmente gostava de ciência.
Numa dissertação – que nunca foi publicada – escrita meses antes do início da Segunda Guerra Mundial, o político britânico falou sobre a imensidão do espaço, a existência de milhões de estrelas com seus planetas e as condições que eles deveriam ter para acomodar a vida.
Não sou arrogante o suficiente para pensar que o meu sol é o único com uma família de planetas. – Winston Churchill
Curiosamente, muito antes da procura por água em Marte que ocorre hoje, Churchill corretamente identificou a ‘zona habitável’, escrevendo que “a vida poderia sobreviver somente em temperaturas entre alguns poucos graus de congelamento e o ponto de ebulição da água”.
Ele explica como a temperatura da Terra está fixada pela sua distância do Sol. Churchill também considera a habilidade de um planeta de reter sua atmosfera, explicando que quanto mais quente um gás é, mais rapidamente suas moléculas estão se movendo e mais facilmente elas podem escapar. Consequentemente, uma gravidade mais forte é necessária para prender o gás num planeta a longo termo.
As redações foram passadas para o US National Churchill Museum em Fulton, Missouri (EUA) na década de 1980, onde foram redescobertas por um diretor do museu e publicadas no periódico Nature.
A redação de Churchill conclui que Marte e Vênus são os únicos planetas em nosso sistema solar – além da Terra – capazes de sustentar a vida. Churchill eliminou os planetas externos (muito frios); Mercúrio (muito quente no lado exposto ao sol e muito frio no outro lado); e a Lua e asteroides (suas gravidades são muito fracas para prender uma atmosfera).
Com centenas de milhares de nebulosas, cada uma contendo bilhões de sóis, as chances são enormes de que deve haver um imenso número de planetas cujas circunstâncias não fariam da vida uma impossibilidade – Winston Churchill

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