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Equipe de astrônomos faz da caçada por exoplanetas um esforço em grupo

Uma equipe internacional de astrônomos liberaram a maior compilação de observações de detecção de exoplanetas já feita usando uma nova técnica chamada de método de velocidade radial. Eles demonstraram como estas observações podem ser usadas para encontrar planetas, através da detecção de mais de 100 exoplanetas em potencial, inclusive um orbitando a quarta estrela mais próxima do nosso sistema solar, que está a aproximadamente 8,1 anos-luz da Terra. O trabalho está publicado no The Astronomical Journal.

O método de velocidade radial é uma das técnicas de mais sucesso para encontrar e confirmar a existência de planetas fora do nosso sistema solar. Ela aproveita o fato de que além de um planeta ser influenciado pela gravidade da estrela que orbita, a própria gravidade do planeta também afeta a estrela. Os Astrônomos são capazes e usar ferramentas sofisticadas para detectar as pequenas variações que o planeta induz enquanto sua gravidade puxa a estrela.
A enorme montanha de dados liberada ao público neste trabalho foi coletada como parte de um programa de duas décadas que usa um espectrômetro chamado HIRES, montado no telescópio Keck-I de 10 metros do Observatório W. M. Keck, no topo da montanha Mauna Kea, no Havaí.  A compilação inclui quase 61.000 mensurações individuais feitas de mais de 1.600 estrelas. Ao tornar os dados públicos, a equipe está oferecendo um acesso sem precedentes para uma das melhores pesquisas de exoplanetas no mundo.
Concepção artística de um provável exoplaneta orbitando uma estrela chamada GJ 411. Crédito: Ricardo Ramirez.
Steve Vogt, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, o qual construiu o instrumento, disse:
HIRES não foi especificamente otimizado para fazer este tipo de trabalho de detetive à procura de exoplanetas, mas acabou sendo o instrumento mestre do campo. Estou muito feliz em contribuir à ciência que está fundamentalmente mudando como vemos a nós mesmos no Universo.
Agora que a pesquisa entra em sua terceira década, os membros da equipe decidiram que está na hora de fazer uma limpeza. Com tantos dados em mãos e uma quantidade limitada de tempo, eles reconheceram que mais exoplanetas seriam encontrados se compartilhassem seu catálogo com a comunidade.
Mas a equipe não está somente dando a chave a todos de seu ‘descobridor de exoplanetas’; eles também estão se auto ajudando.  Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire liderou a sofisticada análise estatística do grande jogo de dados para encontrar sinais periódicos dos planetas mais prováveis.
Tuomi explicou:
Fomos muito conservadores neste trabalho sobre o que conta como candidato a exoplaneta e o que não conta, e mesmo com nossos critérios restritivos descobrimos 100 novos prováveis candidatos a exoplanetas.
Já está mais do que provado que há incontáveis mundos lá fora que podem abrigar a vida tal como a conhecemos, sem contar com os outros mundos que podem estar abrigando a vida que sobrevive em ambientes nocivos a nós.
O Universo teve tempo suficiente, mesmo muito antes de nós aparecermos neste planeta, para criar e evoluir vida inteligente.  Sabendo o que sabemos hoje sobre o Universo, quem pensar que tudo isto foi feito somente para nós humanos é porque realmente não compreendeu a dimensão de toda esta coisa. 
A chance de sermos os únicos seres conscientes no Universo é praticamente impossível
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