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NASA anuncia a descoberta de 7 novos exoplanetas do tamanho da Terra, 3 deles em zona habitável

Em sua conferência de imprensa de hoje, 22 de fevereiro de 2017, a NASA anunciou que o telescópio Spitzer descobriu 7 exoplanetas do tamanho da Terra orbitando a estrela Trappist 1.
exoplanetas do tamanho da Terra
Exoplanetas Trappist ‘e’, ‘f’, e ‘g’, além de serem do tamanho aproximado da Terra, estão na zona habitável de sua estrela.
Esta é a primeira vez que 7 planetas do tamanho da Terra são encontrados de uma vez só.
Desses 7 planetas, 3 orbitam na zona habitável de sua estrela, o que significa que a água pode existir no estado líquido.  Esses planetas são: Trappist 1e, 1f e 1g.
O exoplaneta 1g é 13% maior do que a Terra, enquanto os outros dois (e, f) tem aproximadamente o mesmo tamanho.
O telescópio Spitzer, que descobriu os planetas, tem estado em serviço por 14 anos e foi recalibrado para procurar por exoplanetas.
Os astrônomos estimam que em cinco anos poderão dizer que tipo de atmosfera esses planetas possuem.
De acordo com o sitewww.jn.pt
Os sete exoplanetas (planetas fora do Sistema Solar) têm um tamanho e uma massa aproximados ao da Terra e orbitam uma estrela anã extremamente fria, a TRAPPIST-1, localizada a cerca de 39 anos-luz do Sol, revela o estudo da equipa, divulgado hoje pela revista científica “Nature”.
Apesar de a estrela ser ‘ultrafria’, o estudo sugere que em seis dos planetas extrassolares potencialmente habitáveis, os que estão mais perto da TRAPPIST-1, a temperatura à superfície pode oscilar entre os 0ºC e os 100ºC.
O grupo de cientistas estima que estes seis planetas sejam rochosos como a Terra.
A investigação surge na continuidade de uma outra, em que a equipa de astrónomos, liderada por Michaël Gillon, da Universidade de Liège, na Bélgica, concluiu haver três exoplanetas em torno da estrela anã, mais pequena do que o Sol.
Motivado pela descoberta, anunciada em maio, o grupo, do qual faz parte Catarina Fernandes, encetou uma campanha de monitorização fotométrica (medição da luz) da estrela, a partir de telescópios espaciais, como o Spitzer, e terrestres, que permitiu identificar mais quatro exoplanetas no sistema estelar TRAPPIST-1.
No trabalho agora publicado, e que levou a agência espacial norte-americana NASA, que opera o telescópio Spitzer, a convocar uma conferência de imprensa para hoje, Michaël Gillon e colegas ressalvam que são necessárias mais observações para caraterizar em pormenor os planetas, em particular o sétimo, o mais afastado da estrela e cujo período orbital e interação com os restantes planetas continua a ser um mistério.
A estrela anã deve o seu nome ao telescópio belga TRAPPIST, instalado no Chile.
Em agosto, uma outra equipa internacional de investigadores, liderada pelo astrónomo Guillem Anglada-Escudé, da universidade britânica Queen Mary, anunciou a descoberta de um planeta extrassolar a orbitar a estrela mais perto do Sol, a Próxima de Centauro, uma anã vermelha relativamente fria localizada a 4,22 anos-luz da Terra.
De acordo com o grupo de cientistas, o planeta em causa, o mais próximo da Terra, o Próxima b, tem uma temperatura adequada para ter água líquida à sua superfície, pelo menos nas regiões mais quentes, e eventualmente vida tal como se conhece.
Ao contrário dos exoplanetas do estudo hoje divulgado, o Próxima b tem uma massa 1,3 vezes superior à da Terra. O clima do Próxima b é igualmente muito diferente do do ‘planeta azul’, sendo pouco provável que tenha estações devido à sua rotação e à forte radiação emitida pela sua estrela
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