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Vítima de abdução alienígena fala sobre o fenômeno do ‘efeito de tempo perdido’

Um homem que foi abduzido por alienígenas e agora tem um implante metálico em sua perna explica o que acontece quando você passa por uma experiência de ‘efeito de tempo perdido’.
Esta é minha história. Sinto-me compelido a compartilhar isto com as pessoas com ideias semelhantes, ou interesses similares. Tenho feito isto por 15 anos e, honestamente, me sinto atraído por este campo, devido a algum motivo.
Esta foi a declaração de abertura do investigador de OVNIs/alienígenas Chris Augustine, na UFO Conference em janeiro. Sendo ele uma pessoa que acredita piamente em alienígenas e suas presenças aqui na Terra, Augustine possui um diploma em Ciência de Computação e é o anfitrião do Philadelphia UFO Meetup Group.  Seu primeiro encontro ocorreu na cidade de Washington, estado da Nova Jersey (não a capital dos EUA) em 1999, quando ele viu um OVNI similar ao que apareceu na onda de OVNIs da Bélgica.
De formato triangular e completamente silencioso, o OVNI que Chris viu tinha uma peculiaridade: ele voava para trás.  Chris diz que o objeto não emitia nenhum ruído, mas emitia uma vibração como um zunido, que era sentida mais do que escutada.
abdução alienígena
Chris Augustine, abduzido.
Testemunhei uma nave triangular negra e enorme se movendo por sobre a pequena cidade de Washington, Nova Jersey, e a coisa estranha sobre ela era a forma com que se deslocava – ele não viajava com a ponta na frente, ele estava viajando com beirada achatada (aresta) na frente.
Também, o pesquisador de OVNIs lembra que a natureza aparentemente estava paralisada, com nenhum inseto ou pássaro emitindo qualquer ruído enquanto o OVNI triangular voava acima.
Este incidente levou Augustine à estrada da descoberta que o colocaria numa posição ainda mais controversa: a de um abduzido por um OVNI.

Em fevereiro de 2002, Chris estava dirigindo seu carro para casa, vindo da casa de sua namorada, por volta das 22h00.  Ele tinha recém parado num semáforo e estava olhando para uma caminhonete no espelho retrovisor.  A trilha sonora do “The Queen of the Damned” estava tocando, e a música nº 10 havia recém iniciada.  A próxima coisa que Chris lembra foi estar no meio de uma interseção, a música de 3 minutos e 40 segundos já havia terminado e a caminhonete estava a várias dezenas de metros à sua frente. Estranho, não?
Entre o redemoinho de sentimento de preocupação, Augustine lembra se sentir “inquieto, ansioso e assustado”.  Ele sentiu como se tivesse recém pulado através do tempo, que é o que maioria dos abduzidos relatam.
Três minutos e 40 segundos se passaram dentro do meu carro. Senti como se tivesse saindo de algo, como um atordoamento.  Minhas mães estão na direção, executando uma manobra – e três minutos e meio desapareceram. Eu estava com medo daquilo que não compreendia.
Augustine foi rapidamente para casa, a fim de escrever todos os detalhes que podia lembrar e assim começar um longo empenho para documentar e estudar sua própria experiência, enquanto ficava alerta para incidentes similares.
Logo após ter passado pelo episódio do efeito de perda de tempo, Augustine notou que seu corpo estava fazendo coisas estranhas, tais como interferindo com a TV e outros eletroeletrônicos.  Seja lá o que fosse que usava eletricidade, parecia ser afetado de uma forma ou outra pela presença de Chris.
Suas habilidades psíquicas também parecerem ter sido impactadas pela abdução. Ele sabia quem estava para telefonar para ele e que música iria tocar no rádio antes disso tudo acontecer.  Quando os sonhos de Augustine se tornaram premonições, ele ficou convencido de que um sério trabalho tinha que ser feito sobre seu corpo e mente.
Alguns meses mais tarde, Chris começou a ouvir um zumbido no seu ouvido esquerdo. Após várias noites escutando uma interferência auditiva e encontrando manchas de sangue em seus lençóis sem estar machucado, ele notou uma contusão no formato de triângulo acima de seu tornozelo. Abaixo da pele havia um pequeno objeto sólido.
De forma estranha, era algo diferente de uma contusão, pois a lesão em sua pele desapareceu em um dia, deixando somente quatro marcas de perfuração em seu lugar. Uma varredura de ultrassom revelou que Augustine estava com seu tendão lesado, e que havia um objeto estranho em sua perna.
Alguns anos mais tarde, Chris começou a ter novamente memórias estranhas.
Senti-me como se estivesse em algum outro lugar. O lugar era metálico. Eu podia sentir a presença de uma mulher comigo, à minha direita.  Eu podia escutar pés pequenos atingindo o chão, como se estivessem caminhando rapidamente. Eu podia dizer que eram pequenos, já que se ouvia muitos passos.
Tão estranha quanto essa lembrança dos eventos possa ser, Chris é somente um dos muitos que alegam ter sido abduzidos. O ovniólogo Nigel Watson explica:
As abduções muitas vezes começam na infância, continuam por toda a vida de uma pessoas, e não são somente incidentes isolados. Os abduzidos regularmente encontram cicatrizes misteriosas em seus corpos; muitas vezes eles ficam confusos e preocupados a respeito de seus sonhos ou pesadelos que têm desde suas infâncias. Sob hipnose, eles lembram estar dentro de um disco voador.
Como se pode esperar, tais ideias têm atraído a atenção tanto de céticos quanto daqueles que acreditam. Os céticos consideram os pesquisadores de abdução e os abduzidos como tolos ingênuos, os quais não sabem a diferença entre fato e fantasia. Os que acreditam consideram os abduzidos como vítimas torturadas que precisam compreensão e ajuda após o trauma de seus encontros com alienígenas.
Abaixo está a palestra completa ministrada por Chris Augustine. Infelizmente não há legenda em português, mas para aqueles que dominam a língua inglesa, é algo interessante para se assistir e tirar suas próprias conclusões. Veja:

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